Jânio, o nosso Janinho, era unanimidade. Sempre sorrindo, era sinônimo de urbanidade. Jânio faleceu prematuramente e passou a viver na nossa memória. Era um dos meus amigos das horas incertas, horas do chumbo grosso dos agentes da burrificação dos alunos para se manter no poder e gozar dos efêmeros – efêmeros – penduricalhos.
Não sei se está em andamento, mas o nome de Jânio já era para estar estampado em algum logradouro de Paulo Afonso. A propósito, uma lembrança de Jânio aluno do Colégio Benjamim Sodré para os leitores descontraídos do Panotícias. Início de ano, primeiro dia de aula, e a chamada. Alunos da letra A,B,C, até chegar à J. Juscelino, Jânio (ambos responderam o tradicional presente). E eu acrescentei, continuando a chamada: João Goulart…
Claro que eu sobrei e a vida continuou.
Francisco Nery Júnior

