Para trás ficou a impressão que nacional era uma coisa menor.

Fui ao Detran renovar a carteira. Devo dizer que me preparei para um calvário que, desta vez, não existiu. As providências foram práticas, a informática ajudou e pude ver que por lá existem pessoas dispostas a facilitar a vida do seu semelhante. Tempo é dinheiro e, para sorte de todos nós, a turma está entendendo que quando pessoas produtivas param em uma fila, a economia sofre; a produção estagna. Quero crer que fiquei satisfeito de ser pagador de impostos. Todos pagaríamos impostos com satisfação se víssemos resultados como vi, agora, em Paulo Afonso.
Fui ao Detran num tapete novo de asfalto. Na volta, dobrei à direita, rua do cemitério, para alcançar o BNH, também em tapete de asfalto. O carro e a coluna dorsal agradecem. Agradeceriam mais se metade dos quebra-molas desnecessários fossem retirados. No início da minha ida, havia passado pelas áreas onde estão sendo construídas as pistas de bicicross e motocross. O asfalto seguiu até a porta do cemitério e, espero – e peço -, que alcance o BNH. Que o senhor prefeito conclua que chegou a hora de o bairro ser asfaltado.
Quando vemos coisas desse tipo num país estagnado pela falta de investimentos (o suor do povo brasileiro – pasmemos – está servindo apenas para o pagamento de juros), só podemos aplaudir. Temos que aplaudir e aplaudimos. Sem infraestrutura só teremos bolhas de desenvolvimento com a economia mundial em baixa e processo inflacionário com a economia em alta.
Francisco Nery Júnior




1 Comentário
#1PERSIVAL DE SOUZA3 de fevereiro de 2012, 5:33 AM
Para fazer é facil, o dificil é manter.
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